História de um olho

Uma sondagem recente em organismos independentes dava ao objecto artístico uns meros 3% de utilidade na vida real, enquanto que a restante percentagem era dividida entre activos de investimento e pandã com os cortinados lá de casa.

Este livreco vem repôr o equilíbrio entre esta tricotomia, e explicar a diferença entre o ver no escuro e o cegar de burrice, que muito tem arejado as entranhas dos que acham que sabem muito bem o que querem e para onde vão. É a perspectiva de dentro, como se para fora se tratasse. Bem vistas as coisas, vamos todos cegar.

É o décimo sexto impulso das Edições do Tédio, a expensas com o Carlos Lopes, que também desenhou. Impresso em riso e serigrafia. Para venda por DM ou na @oficinaohomemdosaco.