“L’amour est un acte sans importance, puisqu’on peut le faire indéfiniment” é uma celebração de Alfred Jarry e de “O Supermacho” feita por Ricardo Castro e Luís França n’O Homem do Saco para a revista TYPO, de Derek Pell, no dealbar do dia um do mês Absoluto do ano 151 da Era Patafísica, e dela […]
O número 12 das Edições do Tédio, “Livro do Artista”, um pequeno libreto desmotivacional onde a personagem principal é o leitor. Faz jus à casa editorial que o acolhe e escarna sobre os preceitos da carreira e do estilo. Se pensa todos os dias nisso, então evite-a. Edição inteiramente ilustrada ao sol da Praia Grande, […]
“O livro dos Meliantes” é uma breve incursão pessoal, escrita e gráfica, na longa história da vagabundagem, do estúrdio e do degredo, associada ao poder dos ofícios, da propriedade, do dinheiro e da falta dele. Estreia absoluta na Feira Raia, impresso em serigrafia a três cores no Homem do Saco, disponível em duas cores, 40 […]
“Borges e eu”, mais um fascículo prosaico, versão de Ricardo Castro Ferreira, impresso em caracteres móveis e com falanges em suor na oficina O Homem do Saco e na oficina Contraprova, em Lisboa, com água-forte de Ricardo Valente Castro, 32 exemplares disponíveis.
A Queda é um ensaio livro(e) ilustrado, que parte das vísceras de um tombo literário. Temos um cangalheiro de roupas brancas, o narrador de um certo progresso falso, ou de uma queda auspiciosa, o espectador de um círculo vicioso, e os ilustradores que lhe tomaram ou perderam o rumo. Rescrito à maneira de Hunter Thompson, […]
“Enterrem-me de pé…estive de joelhos a vida inteira”, é uma recolha de provérbios Romani, uma parcela ínfima de uma moral reflectida na importância da palavra e da sua oralidade, da palavra sem escola e da palavra que surge na noite diante do fogo. Inclui um texto-ensaio sobre as amarguras peninsulares dos Rom. Este é um […]
Sanatório sob o signo da clepsidra, Bruno Schulz. Edições do Tédio. Edição ilustrada com desenhos de Ricardo Castro e alguns desenhos originais de Bruno Schulz. Inclui também o ensaio «A Mitificação da Realidade» de Schulz e dois textos críticos sobre a sua obra e desenhos. Cada exemplar é único. Todas as capas foram impressas manualmente […]
O Ofício (1985) — o árduo ofício de escrever, pelo qual Dovlatov lutou com unhas, dentes e uma Underwood — não é um livro, mas dois: «O Livro Invisível» e «O Jornal Invisível». O primeiro é a crónica das aventuras e desventuras de um escritor soviético — um certo Dovlatov — que tudo […]
Da Miséria no Meio Estudantil (1966) é um dos textos situacionistas mais célebres, a par d’A Sociedade do Espectáculo, de Guy Debord, e da Arte de Viver para a Geração Nova, de Raoul Vaneigem. Pequena bomba contestatária, deflagrou no Escândalo de Estrasburgo, quando jovens iconoclastas, eleitos no meio da apatia geral para a associação de […]