Diário de um Ladrão

La bonté n’est qu’un assemblage
de syllabes sonores; je ne l’ai trouvée nulle part.
— Comte de lautréamont, Chants de Maldoror, Chant 2, strophe 12

Bio

Nasceu em 1978. Há-de morrer mais cedo do que muitos pensam e mais tarde do que a outra parte estaria à espera.

Completou 5 anos dos antigos na Faculdade de Belas Artes do Porto em 2001. No último ano fez 2 pinturas incompletas.
Completou 2 anos de Filosofia Moderna e Contemporânea na Faculdade de Letras do Porto, com uma tese sobre a Arte e a Teoria Situacionista, em 2003.
Completou 3 anos de Estudos em Desenho na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, Doutoramento em Belas Artes, sobre a teoria e prática dos Cantos de Maldoror.

Editou uma revista chamada Querela, fez ilustrações em 48 horas para o Expresso e para o JN, uma das quais para a Agustina Bessa Luís, que não replicou.

Participa desde 2009 em várias feiras de edições: Feira Laica (Lisboa), Feira do Jeco (Porto), Feira Morta (Lisboa), Jeux sans Frontières (Lisboa), etc. Tem trabalho que pode ser visto na Livraria Carpem Diem (Lisboa), entretanto fechada, e na Gesto (Porto), que mudou de sítio. E na Dama Aflita. E na Livraria Sá da Costa.

Teve trabalho pendurado no La Caja Habitada, em Sevilha, em 2011, e no Bartleby, em Lisboa, em 2012.

Entrou em várias publicações recentes de ilustração: Faca Romba (Oficina do Cego), Cão Celeste (Paralelo W), Revista Intervalo, Edições do Tédio e as Edizione Pulcino elefante.

É membro fundador da oficina O Homem do Saco, onde ilustrou Alfred Jarry, Ricardo Álvaro, Alberto Pimenta, António Miranda, e mais virão.

Ilustrou os Cantos de Maldoror, ainda à espera de fervura e ilustrou também vagarosamente o Bestiário Lusitano, de Alberto Pimenta, para as Edições Momo.